Na noite do último sábado (10), Jhonatan Ribeiro Brito de Lima, de 19 anos, foi morto com um tiro na região da cabeça, durante uma ação da Polícia Militar na Vila Moraes, em Mogi das Cruzes. A morte de Jhonatan levou a um protesto que bloqueou a Rodovia Mogi-Bertioga na noite do último domingo (11).

De acordo com um boletim de ocorrência registrado na Central de Polícia Judiciária, os policiais estavam averiguando uma denúncia de tráfico de drogas.

As informações na ocorrência, constam que por volta das 23h30, a PM avistou um grupo de suspeitos, que teria fugido ao ver os policiais.

Segundo a PM, dois dos jovens que estavam no grupo desobedeceram a ordem de parada para a abordagem, fugiram e, após breve acompanhamento a pé, se separaram e foram detidos em diferentes locais diversos. “Lamentavelmente, um deles, posteriormente identificado como sendo Jonathan Ribeiro Brito Lima (19 anos), ao ser alcançado pelo policial, durante tentativa de sua contenção, veio a ser atingido com um disparo não intencional na região da cabeça”

No boletim de ocorrência consta que o rapaz projetou o corpo em cima do policial, que para se desvencilhar disparou contra o mesmo.

A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu) e encaminhada para o Hospital Luzia de Pinho Melo, mas não resistiu e morreu.

“De imediato, seguindo os padrões de conduta regulamentares, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Emergência – SAMU, que socorreu Jonathan ao PS Luzia de Pinho Melo, onde não resistiu ao ferimento, vindo a falecer. Com a finalidade de esclarecer exatamente como se deram os fatos, foi instaurado Inquérito Policial Militar para avaliação e completa compreensão da atuação policial e seu contexto, o que será oportunamente levado à apreciação da Justiça. Desde o dia dos fatos os policiais militares envolvidos na ocorrência foram afastados da atividade operacional, permanecendo em atividades internas até que as apurações sejam concluídas”. Explicou a PM em nota nesta segunda-feira (12).

O caso foi registrado como homicídio em razão de intervenção policial, desobediência e resistência. Uma perícia foi realizada no local do disparo e o Setor de Homicídios investiga o caso.

As informações são do portal de notícias G1.

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