Os estados estão seguindo o Plano Nacional de Imunização que no momento as prioridades são idosos e profissionais da saúde, sem definir quais setores integram o grupo ou a prioridade de cada setor – levando em conta que ainda não há doses de vacinas para todos.

Neste caso, a margem aberta foi para que cada cidade estabelecesse quem é considerado um profissional da saúde, mesmo não trabalhando dentro de um hospital.

Essa discussão foi parar no STF. Devido a falta de critérios, o ministro Ricardo Lewandowski decidiu que o governo federal deveria apresentar a ordem dos grupos prioritários a serem vacinados em suas respectivas fases.

A empresa brasileira de conteúdos UOL recebeu fotos e relatos de diferentes casos em que muitas pessoas de profissões diferentes estão sendo vacinadas em diversos lugares de São Paulo.

A culpa não é dos municípios, diz epidemiologista da Fiocruz

Na avaliação de Ana Maria Britto, médica epidemiologista da Fiocruz Pernambuco (Fundação Oswaldo Cruz), a culpa da falta de critério para definição de grupos prioritários é do governo federal, não das prefeituras.

Fonte: UOL

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