Brasil registra 313 mortes do covid-19 em 24h

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O Brasil teve 313 mortes registradas nas últimas 24 horas. Com isso, o País já contabiliza 2.575 vítimas fatais, um salto de 15% em relação aos dados de domingo, 19. Ao mesmo tempo, o número de casos confirmados da covid-19 ultrapassou 40 mil.

Em boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, há notificação de 40.581 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus. Os dados são repassados pelas secretarias estaduais. O índice de letalidade da doença chegou a 7%.

O Estado com maior número de casos é São Paulo, com 14.580 registros de pessoas infectadas e 1.307 óbitos. Em seguida, o Rio de Janeiro possui 4.899 casos e 422 mortes registradas. Em situação de alerta, o Ceará tem 3.482 casos confirmados de covid-19 e 198 mortes. Pernambuco tem 2.690 casos e 234 mortes.

Os dados do Ministério da Saúde divergem dos que foram divulgados pela Secretaria de Estado de São Paulo, que aponta 1.037 mortes desde o domingo, 19. O Estado questionou os governos federal e municipal sobre as divergências de números.

Nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que espera chegar ao fim da quarentena em razão do novo coronavírus já nesta semana. O presidente voltou a citar as medidas de isolamento social adotados por governadores e prefeitos como ações “excessivas” em alguns Estados e que “não atingiram seu objetivo”.

“Dá para recuperar o Brasil ainda. Eu espero que essa seja a última semana dessa quarentena, dessa maneira de combater o vírus, todo mundo em casa. A massa não tem como ficar em casa, porque a geladeira está vazia”, afirmou o presidente. 

Para autoridades sanitárias, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o isolamento social é a melhor forma de evitar a propagação do novo coronavírus e provocar um colapso no sistema hospitalar. 

Antes de deixar o cargo, o agora ex-ministro Luiz Henrique Mandetta chegou a falar em “dias duros” da doença entre maio e junho, ou até julho (mês já descoberto pelo auxílio). Por e-mail, o Ministério da Saúde informou que as notificações por doenças respiratórias costumam crescer no País entre o início de maio e meados de agosto.

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